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04/12/2012

O Jardim de Letícia - Uma garota chamada Sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.


Parte XI

Quebrando todos os paradigmas positivos, Letícia continua seu romance com o perigo, transando com deus e o mundo. Ela sabe, e todos os que transaram com ela também. Mas, qual é o problema? Uma garota não pode se libertar das amarras? Letícia não podia quebrar os padrões de “boa moça” impostos pela sociedade? Onde estavam as verdades? Por que o sexo não podia servir como uma válvula de escape para uma garota com seus 16 anos e hormônios feitos vulcões em erupção? O que seria melhor que isso? O que seria melhor que o veneno do prazer correndo por suas veias, sua boca e seu ventre? O que seria melhor do que o prazer escorrendo por suas pernas?

Algumas pessoas lêem, outras lutam; algumas estudam, outras ajudam uns aos outros. Porém, o que há de errado em uma garota, no auge de suas vontades, matar o tempo ocioso com atos marginais, completamente contra a lei, com homens juramentados?


(continua na Parte XII)

29/11/2012

O Jardim de Letícia - Uma garota chamada Sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.


Parte X

Eles disseram que ela era fria, intocável. Mas não. Letícia só queria ser livre. Mas estava feliz em estar sozinha, na estrada. “Adoro um pênis que não seja do meu namorado me rasgando. Adoro falar besteira durante o sexo. Adoro um pinto bem grosso na minha boca, me afogando”. E por aí continuava ela, Letícia, a devanear sobre seu gosto pelo sexo. E seu confidente ali, do outro lado da linha, apenas ouvindo tudo o que a garota tinha a dizer. Era como uma estação, com trens chegando e partindo a cada hora. Uma insanidade juvenil que gozava alegria por dentre as pernas. Letícia simplesmente se encontrava em tudo o que havia de errado naqueles momentos. Sem arrependimento.

Porém, um dia, em uma daquelas posições obscenas, Letícia sentiu um vazio tremendo no coração, como se alguma coisa estivesse errada. No entanto, o que seria? Haveria alguma coisa para se arrepender nesta vida cheia de erros e pornografia?
(continua na Parte XI)

27/11/2012

O Jardim de Letícia - Uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.

Parte IX

Um dos assuntos de que Letícia gostava de conversar eram suas posições sexuais favoritas. Tudo o que fazia com seus companheiros durante a traição do namorado, Letícia contava para o tal confidente. E ela não se cansava de falar. Não, não se cansava. E adivinhem sua posição favorita. “Eu adoro ficar de quatro, com ele puxando meu cabelo”. Sim. Exatamente essa imagem, leitor, que surgiu em sua cabeça. Letícia simplesmente adorava esta posição, mais do que qualquer outra durante todas as horas já viajadas por ela pelos prazeres sexuais. “O PM me pegou de quatro, e depois a gente fez um 69; e ele gozou na minha boca. Eu nunca tinha sentido o gosto antes”.

Marcar uma transa com Letícia não era uma coisa difícil de ser feita. Você conversa como quem a adorasse, pede o número do telefone e ela passa sem perguntar mais nada. Na quinta-feira, lá estão vocês, transando como se fosse à última vez.

(continua na Parte X)

19/11/2012

O Jardim de Letícia - Uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.
 
Parte VIII


Para seus pais, Letícia não passava de uma garota comum. Uma menina bonita, que possivelmente possuía seus admiradores. Mas nunca, absolutamente nunca a imaginavam como uma meretriz. Apesar das putas cobrarem pelo serviço, e Letícia não. Pois, para Letícia aquilo não era profissão, como já entendemos; era orgulho, prazer puro, vontade... Uma vontade recoberta de pecado e impunidade. E seus pais não faziam a menor idéia do que acontecia em sua casa quando estes não estavam. Ah se os lençóis da cama de sua mãe falassem. Ah se as cortinas e o sofá, a mesa da cozinha e os azulejos do banheiro falassem. O mundo descobriria uma nova garota. Pais e mães acorrentariam seus filhos.

Eu só posso pedir desculpas por tanta sinceridade. Porém, sinceridades que compõe a realidade. Eu gostaria de estar errado, mas não estou. E os pais desta garota, coitados... Eles imaginam sua filha com a pureza de uma jovem; como a melodia de um piano.

(continua na Parte IX)

O Jardim de Letícia - Uma garota chamado sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

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Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.
 
Parte VII


Se Letícia houvesse nascido na velha Londres do século XIX com certeza estaria rica. Seria a senhora do prazer na cidade. Sua fama ultrapassaria todos os limites. Até alguém acabar com sua vida ao fio de uma lâmina, ou encontrando a morte em doenças sexuais da época. O que Letícia fazia não era original. E ela não tomava o sexo como profissão; apenas como satisfação pessoal. Porém, o que fazia de Letícia uma garota digna de análise era o fato de possuir seus 16 anos de idade, e uma fúria sexual inigualável. Amigos, inimigos, chegados; médicos, policiais, professores; tanto faz. Letícia estava lá, com as pernas abertas e sem barreiras, em posição de fácil acesso.

Letícia, uma garota esquecida pelo cotidiano, mas que servia muito bem aos princípios de homens sem princípios. Não importava se transasse com homens solteiros, ou com casados e com filhos. A idéia era se perder cada vez mais.
 
(continua na Parte VIII)

O Jardim de Letícia - Uma garota chamada sofrimento


16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.
 
Parte VI

A grande festa no jardim continuava, e Letícia possuía um confidente. Este a ouvia sempre que o peso de seus atos a faziam chorar. E muitos momentos assim existiam. Porém, era alguém distante, mais velho; mais novo do que as vítimas de Letícia. Estes sempre na casa dos 35 a 45 anos. Mas este confidente não servia para o sexo. Não na opinião de Letícia. Ele estava ali como um amigo. Um verdadeiro amigo. A única pessoa de confiança, por opção da garota. Realmente se podia confiar nesta pessoa. O único homem que não tentava adentrar a vagina de Letícia. A única pessoa que a via com olhos humanos, não animais. Sem beijo, sem abraço, sem sexo. Apenas diálogos.

Muita conversa jogada fora pela madrugada, até 2, 3 horas da manhã. O confidente ouvia tudo o que era feito durante o dia e a noite. Tudo o que a garota Letícia fazia com seus parceiros o confidente acabava por saber, às vezes, enojado, às vezes, excitado.
(continua na Parte VII)

13/11/2012

O Jardim de Letícia – uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.

Parte V 

Ela tinha experiência. Sim! Letícia possuía uma experiência sexual, com seus 16 anos, muito maior do que milhares de casais por toda parte. Tudo o que havia para se fazer durante uma transa Letícia já havia feito. No carro; em corredores de cana; sobre uma moto velha e imunda de barro; na cama; na escola; na delegacia; de quatro; deitada de vários lados ou em pé em vários ângulos imagináveis. Atrás de um tapume; no quintal de sua casa; na casa de seus parceiros casuais; de manhã, à tarde ou à noite; de porta fechada em sua casa com seus pais assistindo a TV no domingo, ou quem sabe no chuveiro. Não importa. Letícia estava ali, transando, beijando, abrindo as pernas para qualquer um. E sem um centavo no bolso.

Se Letícia tinha namorado? “Sim, namoro há um ano e meio o mesmo cara”. Isso surpreende alguém a esta altura da história? Isso realmente importa agora? Acredito que não. Nem a mim, ou a você. Tampouco pra ela, Letícia.
 
(continua na Parte VI)

O Jardim de Letícia – uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

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Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.

 
Parte IV
O jogo acabou! Letícia queria dançar mais uma música. Mas não! Hoje não. Pois já dançara um ritmo arriscado com um membro de uma organização militar de sua cidade. Este a buscou em casa, de viatura. Momentos mais tarde, lá estavam eles em um colchão velho jogado no chão da delegacia. E enquanto se beijavam o homem que deveria assegurar que um fato daquele nunca acontecesse, tirava a roupa de Letícia, enquanto esta desejava fortemente sentir que ele a amava. Mas em sua mente ela sabia que não. Com ela nua, mais uma vez seu corpo era penetrado com voracidade. As posições não eram exóticas, mas o momento sim. O ato constrangia quem soubesse dele.

E ali, no chão imundo de uma delegacia provinciana, em uma tarde encalorada, Letícia tinha sua vontade realizada. E no final, antes desta esconder-se na viatura novamente de volta pra casa, um jorro de esperma preenchia sua boca.

(continua na Parte V)

08/11/2012

O Jardim de Letícia – uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

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Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.

Parte III
 

“Minha inocência! Minha inocência! Minha inocência” repetia ela a todo instante. Mas ninguém ouvia. Ninguém estava interessado nestas palavras. “Minha infância”... “Ah minha infância”, chorava ela, a garota Letícia. Mas, nem a infância, tampouco a inocência retornariam. Mesmo com Letícia implorando, “voltem pra mim”. Sua mente se tornava uma caixa repleta de poeira, poeira de culpa. Culpa por se manchar. Culpa por ser vista a todo o momento apenas como um objeto de desejo; um corpo feito apenas para o sexo, para o beijo, para funções meramente instintivas. Letícia sente-se deprimida, com o resto do coração partido. Mas não se dava conta de que seus sentimentos eram profundos.

No entanto, para esconder sua tristeza, a garota de cabelos negros e pele suavemente morena fazia absolutamente tudo de novo. Ao invés de abrir seu coração, suas pernas eram um convite perfeito para mais alguns minutos de emoção.

(continua na Parte IV)

O Jardim de Letícia – uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.
 
Parte II

Letícia queria apenas ser ela mesma, e queria ser a primeira. Um estilo de vida sem a menor simplicidade, mas, repleta de simpatia. “Eu só quero ser a primeira”, repetia ela em sua cabeça, enquanto recebia outro membro por entre suas pernas. Intocável! Não... Nunca. Letícia teve seu corpo violado aos 12 anos de idade. Porém, por mais que se pense o contrário, assim como reza a lenda, fora por vontade própria. Letícia assim o quis. Decidiu, no nascer dos seus 12 anos de idade, abrir os portões de seu templo para receber o primeiro de muitos que viriam pela frente... Por detrás... Mesmo que o trocadilho seja infame.

Mais um dia, não interessava a que momento, mais uma vez ali estava, um corpo sexy, consciente deste fato, alto, com seus cabelos negros descendo pelos ombros finos e tocando levemente os seios.

(continua na Parte III)

O Jardim de Letícia – uma garota chamada sofrimento

16 anos de caos e confusão
Por Marco Buzetto

ADENDO:

Esta história é baseada em fatos reais. O nome da garota será preservado, assim como quaisquer informações descritas nesta história. Chamaremo-na, então, Letícia.
Sendo assim, qualquer semelhança que venha a se encontrar neste texto será mera coincidência.


Parte I

No alto de seus 16 anos, auge de sua sexualidade adolescente, exalando feromônios ao vento para que todos soubessem de suas intenções, a garota Letícia não fazia a menor questão de esconder seu gosto pela ousadia, pela excitação, pela adrenalina que sentia ao beijar um, outro, mais outro... E não se importava onde, quando ou quantos estariam por lá, desde que suas expectativas se realizassem. Desde que fosse satisfeita sua vontade. Alguns diziam “ela é linda”, outros, “uma vagabunda”. Mas, não importava. Letícia já havia feito sua escolha. Tarde demais. O show já havia começado... Mesmo ela jurando não acontecer de novo.

Não era apenas saliva que escorria pelo canto dos lábios de Letícia; e sim, um mosto de saliva e vinho; e com o tempo, a este tempero agridoce se juntava um ingrediente a mais, saído do corpo de mais uma vítima em comum acordo.
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(continua na Parte II)