19/07/2013

Edward Snowden, Big Brother, Rachar um Americano e Capa de Revista... O que?

O cara, Edward Snowden, que vira super-herói de uma hora pra outra, foi analista de segurança dos EUA, da Agência de Segurança Nacional criada em 1952 e ativa até hoje, órgão responsável por interceptação e captação de sinais, que “fiscaliza” todo tipo de informação subversiva no país e no mundo.
 
Lembrando que em sua carreira estão passagens pelo Exército dos EUA, agente da CIA como analista de Tecnologia da Informação e, como se não bastasse, auto-intitulado gênio da informática.
 
De repente, de dentro de sua saleta, o garoto solta na mídia as informações de que os EUA estão espionando o universo e acabando com a privacidade da comunicação (entre outras) de todos os seres humanos, o que torna o Big Brother ainda mais real (falo do Big Brother em 1984 de George Owell – não do lixo televisivo).
 
Quero dizer: o cara com um currículo de espionagem invejável, trabalhando para um dos governos que mais espiona no mundo, nunca foi espionado pelo próprio governo para o qual trabalhava? Dá pra entender o paradoxo?
 
Até que ponto ele não é ferramenta do governo norte-americano para mandar uma mensagem de “prestem atenção no que podemos fazer com o mundo”?
 
Se ele fosse uma ameaça real, muito real mesmo aos EUA, ele já não teria “tirado umas férias” sem que ninguém soubesse, como muitos já tiraram por muito menos?

 
O pior de tudo, é que ontem enviei uma mensagem de texto do meu celular para um amigo, dizendo: “e aí, vamos rachar um americano”? Tomara que o Obama saiba que eu falava de comer um super lanche, não de terrorismo. Será que vou pra capa da Rolling Stone também, igual ao Dzhokhar Tsarnaev?

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